Se o grão não morre



Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos
(João 12:24; Salmo 126:6).

A germinação é um pequeno milagre que se repete sem cessar na natureza, milagre sem o qual a humanidade estaria condenada a morrer de fome. Jesus usou essa imagem várias vezes, particularmente para explicar esse extraordinário fato: Ele deveria atravessar a morte, ser sepultado e ressuscitar ao terceiro dia para dar vida eterna a todos os que criam nEle. Que imensa colheita futura!

Quando esteve na terra, o Senhor Jesus difundiu a Palavra de Deus incansavelmente, como um semeador. E o fez apesar da oposição, da contradição e das dificuldades. Chorou, gemeu, suspirou. De antemão via a magnífica colheita que representam todos os verdadeiros salvos do mundo e de todos os tempos. Porém, para Ele, quantos sofrimentos até à cruz! “Jesus… pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus” (Hebreus 12:2).

Ao seguir seu Mestre, cada discípulo olha para o campo e ouve Sua voz que diz: “A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara” (Mateus 9:37-38).
 E você, querido leitor, está disposto a ser um desses ceifeiros?

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